Aprender Com a Mulher Que Tinha As Condições Sociais e Econômicas Em Contra?

Pode parecer “apenas” uma atleta mordiscando a medalha de ouro…

Mas esta cena foi um dos principais momentos de virada na história desta atleta brasileira.

Jogos Olímpicos Rio de Janeiro 2016

Eu já te conto quem é a pessoa na foto.

Primeiro, você precisa entender como pensam a maioria das pessoas que acham conhecer de Cultura e Comida Mexicana fora do México. Seja nos EUA, Europa, Ásia, inclusive no Brasil.

As pessoas que ainda não tiverem a oportunidade de viajar para o exterior e como destino principal os EUA, acreditam que tudo lá é a panacéia “remédio para todos os males.”

Tem também pessoas que já viajaram ao exterior por imigração procurando o “Sonho Americano” ou mesmo a lazer e negócios.

Comentários recorrentes que fazem para mim são:

Eu vivi nos EUA, e trabalhei em um restaurante mexicano por lá.

Eu morava e dividia apartamento com mexicanos e aprendí a preparar comida mexicana.

Eu já comi comida mexicana em Miami, Orlando, San Antonio, Los Angeles, San Francisco, etc.

Como si aprender a cozinhar ou comer nos EUA, nos permite-se realmente aprofundar nas raízes dos hábitos e costumes de um povo e de uma nação, só porque aí tem qualquer tipo de empreendimento seja, um carrinho ou barraquinha de rua, food bike, food truck, franquias de fast food ou mesmo restaurantes relacionados a comida mexicana.

Ok, um fato real é que a população de ascendência mexicana (inteira ou parcial), compreendem 11,22% total dos Estados Unidos, em números absolutos entorno 36,3 milhões.

Mas, como pode ler, este fato real não é uma garantia de que comer nos EUA é como comer no México. De jeito nenhum!

Fazendo uma analogia é como dizer que você conhece e sabe de Sushi, porque o Brasil abriga a maior comunidade japonesa fora do Japão, residindo 1,6 milhão de nikkeis “como são conhecidas as pessoas de origem japonesa”.

Sabe porque?

As pessoas que já tiverem a oportunidade de viajar ao exterior especificamente para os EUA, não tem uma referencia da fonte, carecem de memoria gastronômica, não tem técnica gastronômica, desconhecem os processos, não tem MÉTODO.

Já, já, vai entender porque de isto!

As condições sociais e econômicas não são uma limitante, não! Se você tem MÉTODO!

Bem, retornando a nossa atleta brasileira.

A brasileira que cresceu na comunidade carioca Cidade de Deus, em uma ‘casa que não era uma casa’, conforme relata sua mãe. Isso porque a família dormia com jornal ou se cobria com o que tivesse, isso sem contar que vazava muita água da laje, que por muito pouco não caía.

Rafaela diz “Mostrei aqui que uma pessoa saída do aglomerado pode, sim, se tornar campeã”

Ela é Rafaela Silva ao se tornar campeã olímpica da seleção brasileira de judô.

Rafaela Lopes Silva, é uma atleta da seleção brasileira de judô. Nasceu em 24 de abril de 1992, na comunidade da Cidade de Deus, Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Ela começou a praticar o esporte aos cinco anos, na associação de moradores do bairro, e com oito anos Rafaela foi colocada pelos pais, junto com sua irmã, nas aulas de judô da ONG Instituto Reação, projeto com fins de inclusão social criado pelo também judoca Flávio Canto.

Aos 16 anos, em 2008, a atleta foi campeã mundial júnior, na Tailândia, e, no mesmo ano, ela entrou para seleção brasileira de judô adulta.

Em 2009, conquistou a quinta posição em seu primeiro mundial adulto, na Holanda.

Em 2012, competiu nos Jogos Olímpicos de Verão, em Londres, e foi desclassificada nas oitavas de final ao aplicar um golpe considerado proibido. Na ocasião, Rafaela foi atacada com muitas críticas racistas na internet e chegou a pensar em desistir, mas conseguiu se reerguer.

Em agosto de 2013, ela foi a primeira brasileira campeã mundial no campeonato de judô.

Em 2016, a judoca reescreveu a sua história ao participar dos Jogos Olímpicos do Rio, conquistando a medalha de ouro da categoria até 57 kg pelo Brasil.

Rafaela conseguiu algo que parecia sobre-humano. Nunca ninguém havia feito aquilo.

E ela só conseguiu porque além da determinação, ela tinha técnica. Ela tinha processo. Ela tinha MÉTODO.

Você, como apreciador da Cultura e Comida Mexicana, deve ter uma determinação muito forte, mas se não tiver um MÉTODO, não vai ser o suficiente.

Nossos amigos e clientes em diversos tipos de eventos, seja aniversários infantis, adolescentes, adultos, batizados, casamentos, confraternizações, aulas show, exposições, palestras em diversos locais de Minas Gerias e outras regiões do Brasil já conseguiram resultados acima da média.

Resultados como:

  • Conhecer a história dos ingredientes com denominação de origem mexicano.
  • Mergulhar nas 6 regiões gastronômicas mexicanas.
  • Aprender das 4 cozinhas mexicanas, pré-hispânica, conventual, contemporânea e progressiva.
  • Identificar as possibilidades de pratos autenticamente  mexicanos que podem ser feitos no Brasil.
  • Valorizar os ingredientes locais escassamente conhecidos e usados no cotidiano.
  • Conquistar a experiência sensorial de cada ingrediente incorporado nas receitas tradicionais.
  • Apreciar os Aromas, Cores, Sabores, Texturas e Sons dos ingredientes usados em cada quitute.
  • Entre outros.

O que essas pessoas têm em comum?

Elas conheceram nosso método e hoje elas dão conta de compartilhar o que viveram.

Para isso a gente criou:

“Experiências Inusitadas a Cegas no Brasil”

O que faremos?

Apreciarão as delícias dos aromas, cores, sabores, sons e texturas da tradicional cozinha mexicana, com insumos comuns às nossas cozinhas e principalmente de produtores rurais em terras mineiras.

Viajarão pela qualidade dos ingredientes, sabores e notas aromáticas (positivas) e cheiros (negativos). Esse é o resultado da interação entre os ingredientes, os processos e o homem, que variam de pessoa para pessoa.

Reconhecerão a qualidade sensorial e função tanto dos estímulos procedentes dos ingredientes como também das condições fisiológicas, psicológicas e sociológicas dos indivíduos que o avaliam.

Na experiência, abordaremos o método sensorial afetivo:

1a Etapa

  • Introdução audiovisual ao México.
  • Recepção.
  • Análise sensorial afetiva guiada através dos condimentos, ervas, especiarias, flores comestíveis, frutos secos, frutas, PANC´s, pimentas, sementes.
  • Diferenças nos hábitos e costumes alimentícios mexicanos x brasileiros.

2a Etapa

  • História dos ingredientes, região gastronômica, história e personalidades mexicanas que degustavam dos pratos apresentados.
  • Terão a abertura para dúvidas e considerações finais.
  • Cardápio a cegas, só conhecerá ele no dia de sua experiencia.

Onde estaremos?

Vou te conduzir para mergulhar no universo gastronômico de México em terras Mineiras e finalizar com uma degustação em um espaço temático mexicano.

O que está incluído?

Um recorrido (tour) pelas 6 regiões gastronômicas mexicanas.

  • Uma entrada;
  • Uma sopa;
  • Um prato principal com acompanhamento;
  • Uma sobremesa;
  • Uma bebida refrescante;
  • Um drinque.

O que devem trazer?

  • Alegria.
  • Entusiasmo.
  • Abertura a experiências inusitadas a cegas.
  • Apetito.

Tempo da experiência?

  • Total de 4 horas

Tamanho do grupo?

  • Min 3
  • Max 6

Confirmação por agendamento

  • Quintas
  • Sextas
  • Sabados

Você Deseja e Quer Conquistar Sua Medalha de Ouro, e Ser Um Campeão da Cultura e Comida Mexicana com MÉTODO?

Me acompanhe.

1 comentário em “Aprender Com a Mulher Que Tinha As Condições Sociais e Econômicas Em Contra?

  1. Regina Aguinha Oliveira Responder

    Olás!!

    Tenho certeza que será uma oportunidade incrível de conhecer o México por meio de suas comidas. Nada identifica um povo, uma região tão bem como a comida.
    Li atentamente seu texto, mergulhei nas possibilidades sensoriais, me permitindo a não querer corrigir o portonhol, compreendendo que ele é parte do processo dessa grande oportunidade de conhecer o México sem sair de Minas Gerais!
    Com muita vontade de ter essa oportunidade. Assim, que estiver liberada para me deliciar com as pimentas e temperos vamos agendar uma visita.
    Essa oportunidade de inserir as plantas tradicionais brasileiras, que não não chamo de PANCs, visto que foram essas plantas que tradicionalmente eram consumidas, não só nas terras mineiras, mas em grande parte do Brasil. Essas plantas eram importantes estratégias alimentares das famílias pobres e hoje, dado à sua importância alimentar e nutricional são amplamente consumidas, em especial por aqueles que buscam uma alimentação justa, sustentável e nutritiva.
    Boa sorte e muito agradecida pela oportunidade!!

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